sábado, 14 de julho de 2012

por que tradutor?

Marcelo Brandão Cipolla, coordenador das traduções de inglês da editora Martins Fontes, é tradutor há 21 anos. Gentilmente, ele aceitou o convite para ser entrevistado para o blogue Ao Principiante. Leia na seção Entrevista, através do link abaixo. A conversa, em quatro etapas, aborda a área editorial e muitos outros assuntos pertinentes para a profissão, como tecnologia, especialização, pesquisa e mais. Vale a pena acompanhar!



"quem construiu Tebas foram seus operários"

[Mesa sobre tradução da programação Off-Flip (Feira Literária Internacional de Paraty)]

“Quando eu traduzi Os Sertões, tive que comer muita carne de bode e tomar umbuzada para traduzir exatamente as sensações para o alemão.”

Repetiu também palavras de Saramago: “as literaturas nacionais são escritas pelos escritores, mas a literatura, em si, o que a torna mundial, é escrita pelos tradutores”.

“Fico triste quando vejo mesas importantes que citam os livros dos escritores estrangeiros sem fazer qualquer menção aos seus tradutores brasileiros. Quem construiu Tebas foram seus operários.”

Berthold Zilly (professor da Universidade Livre de Berlim).

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Venda de livros online: The Book Depository

 

THE BOOK DEPOSITORY

A livraria virtual britânica The Book Depository despacha livros para o mundo inteiro sem despesas de postagem e montou uma página em que mostra, com um delay de minutos, os títulos encomendados no site e a origem dos compradores.

Veja aqui: http://www.bookdepository.co.uk/live

sexta-feira, 29 de junho de 2012

librería al aire libre

«Esta librería al aire libre fue nombrada Bookyard y la construyó el artista italiano Massimo Bartolini para el festival de arte TRACK: A Contemporary City Conversation en la ciudad de Ghent, Bélgica. Los visitantes eran invitados a leer los libros que se encontraban en los estantes y a llevarse cualquiera que les gustara a cambio de una pequeña donación. Ojalá que vacíen la librería antes de que comiencen las lluvias.»

Através de DFACTO

el poder de los libros

Através de Cultura Ciudad de México no Facebook

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ad Libitum – apresentação


Dia 5 de julho, apresentação de AD LIBITUM, de Urbano Oliveira, 
numa edição Musipalco e Livro de Autor.

Palácio Foz, Restauradores, às 18h

«Este livro foi escrito assim: a bel-prazer.(...) Os assuntos soltos que se seguem, com doses quanto baste de optimismo possível e de algum humor, são abordagens breves e simples à música e à musicalidade da vida. Como se fosse convosco em viagem, a conversar informalmente sobre as minhas experiências e memórias.» (do Preâmbulo)

«Urbano Oliveira é um músico experiente, talentoso e com largo conhecimento do mundo. Enriqueceu, ao longo dos anos, a sua experiência musical com a reflexão sobre os mistérios, virtudes e potencialidades da linguagem musical, e isso está bem patente neste livro que é também um exercício de vida e de memória.» (José Jorge Letria, na contracapa)

O lucro da venda desta edição reverte a favor da Instituição Particular de Solidariedade (IPSS) "Refúgio Aboim Ascensão", fundada em 1933, em Faro.


Hoje: lançamento da LITRO



 
Lançamento da edição da revista literária britânica LITRO com textos de autores brasileiros.
Quarta-feira, 27 de junho, 18h30, Fundação Biblioteca Nacional (Rua México s/n)
Debate com:
Amy Webster, da London Book Fair
Sophie Lewis, editora
João Paulo Cuenca, escritor
Sérgio Rodrigues, escritor e jornalista

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Como funciona a ficção - James Wood




James Wood é publicado pela primeira vez no Brasil pela Cosac Naify. Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central da análise de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção. Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo, o estilo.

A partir de vasto e diversificado repertório literário – de Henry James a Flaubert, de Tchekhov e Nabokov a Beatrix Potter e John le Carré –, este livro “perspicaz e cheio de achados”, nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária. Referência fundamental para escritores em formação, professores de literatura, e todos que se interessem pelo mundo das letras.



VEJA MAIS no site da COSAC NAIFY

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