Devido à polémica em relação ao Acordo Ortográfico em Portugal, este blogue já foi «pré», já foi «pós» Acordo, e agora não sabe se fica lá ou cá. Os jornais aqui assumiram o Acordo; já os editores na sua maioria resistem e dizem não . Mas alguns disseram... sim. Alguns autores esperam do revisor os critérios «pré», enquanto outros exigem as novas normas... É o que se chama um imbróglio.
Enfim, aos que nos visitam, peço paciência com a mistura que vai encontrar. Ela é o reflexo dessa indecisão, e da minha impossibilidade, como revisora, de assumir preferências. Afinal, mais do que nunca, tenho de ser bilingue (ou será «tri»?) em português.
Ver mais em: http://olivroimpossivel.blogspot.pt/2012/03/o-imbroglio-do-acordo-ortografico.html
quinta-feira, 5 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
Literatura em pílulas
Editoras desmembram o livro para vendê-lo em textos curtos, na forma digital e em papel. Artigo de FABIO VICTOR, de São Paulo
«No rastro de uma tendência iniciada no exterior, editoras brasileiras começam a desmembrar títulos e vender apenas um conto, um ensaio ou outras narrativas curtas.»
Ler mais em Folha de S. Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/32993-literatura-em-pilulas.shtml
sexta-feira, 30 de março de 2012
Os planos da Amazon para o Brasil
Por que o bilionário setor de livros nacional está em polvorosa com a chegada da maior empresa de comércio eletrônico do mundo e seu leitor digital Kindle ao país.
Jeff Bezos, CEO da Amazon: «Quero ir à lua. E ao Brasil.»
Saiba mais em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/80020_OS+PLANOS+DA+AMAZON+PARA+O+BRASIL
terça-feira, 27 de março de 2012
o lugar do escritor revelado por Eder Chiodetto
Ariano Suassuna
Adélia Prado
Manoel de Barros
Ferreira Gullar
Jorge Amado
Eder Chiodetto, fotógrafo, autor do livro O Lugar do Escritor, no qual publica as fotografias tiradas nos locais de trabalho de 36 importantes escritores
brasileiros, revelando assim a intimidade onde são criados os seus imaginários.
domingo, 25 de março de 2012
Antonio Tabucchi (Vecchiano, província de Pisa, 24 de setembro de 1943 – Lisboa, 25 de março de 2012)
«Minha doce Ofélia
O momento em que percebemos que a ilusão sucessiva dos dias, ou a sua música, chegou ao fim acaba sempre por chegar. Se era ilusão, é como quando, ao romper do dia, os contornos do real, de esbatidos que eram, são investidos pela luz que cresce e tornam-se nítidos, cortantes como lâminas, e sem remissão. Se era música, é como as notas de uma orquestra, depois do allegro, do scherzoso, do adagio e do allegro maestoso se tornassem solenes e se extinguissem lentamente: as luzes baixam, o concerto acabou.»
Está-se a fazer cada vez mais tarde, Antonio
Tabucchi, Dom Quixote, 2001. (p. 151)
O momento em que percebemos que a ilusão sucessiva dos dias, ou a sua música, chegou ao fim acaba sempre por chegar. Se era ilusão, é como quando, ao romper do dia, os contornos do real, de esbatidos que eram, são investidos pela luz que cresce e tornam-se nítidos, cortantes como lâminas, e sem remissão. Se era música, é como as notas de uma orquestra, depois do allegro, do scherzoso, do adagio e do allegro maestoso se tornassem solenes e se extinguissem lentamente: as luzes baixam, o concerto acabou.»
Está-se a fazer cada vez mais tarde, Antonio
Tabucchi, Dom Quixote, 2001. (p. 151)
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)













